sentada num chão que não meu, algures em east london,
dói-me o rabo e quero mais café mas tento ficar mais um bocado,
pelo menos ate terminar esta ideia que me está a custar a digestão.
a verdade é que parecia mentira.
afinal, não só liam o que escrevia como comentavam
(sim, tu, mais tarde escrevo-te, e prometo vestir o meu alter ego Melanie Laurent
para não quebrar o romance platónico)
todos os dias acontece algo parecido a isto
todos os dias acordo e medito com café preto,
sempre a mais e cedo demais.
todos os dias tomo notas no meu caderno.
a intenção, a carta da bruxa moderna que saiu, ideias tolas,
sonhos, medos paranóias, coisas desta coisa de ser humano.
e depois nada acontece, ou muito pouco se manifesta.
(sobretudo a parte em que vou passar esses textos para
aqui ou outro sitio digital onde ninguém vai ler)
culpo a procrastinação, a sociedade da informação,
as redes sociais e euzinha.
culpo-me muito. todo o tempo e a toda a hora.
e depois ponho-me de castigo.
agora não comes chocolate que foste feia.
ou come e a barriga cresce. e o rabo.
acho que posso ficar-me por aqui.
rabo por rabo, que não fique espalmado.
e pronto, nada de incrível neste sábado de manhã,
just another rambling from the girl next door,
que já não sabe bem a que portas anda.
porque tem a porta dela lá na terrinha
mas é no mundo que se sente cheia de janelas.
isso e a escrever.
a miúda tem que escrever mais.
(e melhor)
antes que vire mulher.
e fique séria demais.
dói-me o rabo e quero mais café mas tento ficar mais um bocado,
pelo menos ate terminar esta ideia que me está a custar a digestão.
a verdade é que parecia mentira.
afinal, não só liam o que escrevia como comentavam
(sim, tu, mais tarde escrevo-te, e prometo vestir o meu alter ego Melanie Laurent
para não quebrar o romance platónico)
todos os dias acontece algo parecido a isto
todos os dias acordo e medito com café preto,
sempre a mais e cedo demais.
todos os dias tomo notas no meu caderno.
a intenção, a carta da bruxa moderna que saiu, ideias tolas,
sonhos, medos paranóias, coisas desta coisa de ser humano.
e depois nada acontece, ou muito pouco se manifesta.
(sobretudo a parte em que vou passar esses textos para
aqui ou outro sitio digital onde ninguém vai ler)
culpo a procrastinação, a sociedade da informação,
as redes sociais e euzinha.
culpo-me muito. todo o tempo e a toda a hora.
e depois ponho-me de castigo.
agora não comes chocolate que foste feia.
ou come e a barriga cresce. e o rabo.
acho que posso ficar-me por aqui.
rabo por rabo, que não fique espalmado.
e pronto, nada de incrível neste sábado de manhã,
just another rambling from the girl next door,
que já não sabe bem a que portas anda.
porque tem a porta dela lá na terrinha
mas é no mundo que se sente cheia de janelas.
isso e a escrever.
a miúda tem que escrever mais.
(e melhor)
antes que vire mulher.
e fique séria demais.
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