olha, merda, apaguei o teu comentário.
desculpa, não só não te vejo como perdi os pontos para te responder.
[sou mesmo cruel, não sou?]
ora, vamos ponto a ponto às coisas que (ainda) me lembro.
escrevo enquanto está fresco, não vá a vida meter-se no meio.
como dizem os ingleses, first things first.
muito obrigada por me leres, atentamente,
tanto aqui como nesse tal casamento.
tenho-me como uma pessoa educada e,
se não sei quem és, talvez nunca te tenhas apresentado?
talvez estivesses ocupado, talvez eu estivesse ocupada.
muito provavelmente estava.
hoje em dia não vou a muitos casamentos.
ora, sabes, não gosto de anonimato, viro bicho do mato.
se sabes quem sou, porque raio não dizes quem és?
a vida é injusta, é isso?
quem nos vê nós não vemos,
quem nós vemos não nos quer ver.
é a eterna leveza do ser.
pois que, gostando tanto do Kurt
como admiro a beleza da Mélanie,
dou um bocadinho de margem para as (tuas) palavras.
resposta sentida, escrita por linhas tortas.
também o faço, não é uma critica.
é antes uma constatação. como não?
somos os nossos maiores críticos.
por isso critico.
não gosto destas merdas, de coisas não assinadas
assim, não é nada, borbulha tudo.
sinto o sangue a começar a ferver, os ovos a ficarem duros,
o brownie a transformar-se em pedra.
estomago, aguenta que estava delicioso.
e tu, aguenta-te à bronca, sff.
que eu também.
tudo a correr bem,
sara
p.s: não, nunca pensei nas consequências de ir
mas estou a sentir na pele as de ficar.
desculpa, não só não te vejo como perdi os pontos para te responder.
[sou mesmo cruel, não sou?]
ora, vamos ponto a ponto às coisas que (ainda) me lembro.
escrevo enquanto está fresco, não vá a vida meter-se no meio.
como dizem os ingleses, first things first.
muito obrigada por me leres, atentamente,
tanto aqui como nesse tal casamento.
tenho-me como uma pessoa educada e,
se não sei quem és, talvez nunca te tenhas apresentado?
talvez estivesses ocupado, talvez eu estivesse ocupada.
muito provavelmente estava.
hoje em dia não vou a muitos casamentos.
ora, sabes, não gosto de anonimato, viro bicho do mato.
se sabes quem sou, porque raio não dizes quem és?
a vida é injusta, é isso?
quem nos vê nós não vemos,
quem nós vemos não nos quer ver.
é a eterna leveza do ser.
pois que, gostando tanto do Kurt
como admiro a beleza da Mélanie,
dou um bocadinho de margem para as (tuas) palavras.
resposta sentida, escrita por linhas tortas.
também o faço, não é uma critica.
é antes uma constatação. como não?
somos os nossos maiores críticos.
por isso critico.
não gosto destas merdas, de coisas não assinadas
assim, não é nada, borbulha tudo.
sinto o sangue a começar a ferver, os ovos a ficarem duros,
o brownie a transformar-se em pedra.
estomago, aguenta que estava delicioso.
e tu, aguenta-te à bronca, sff.
que eu também.
tudo a correr bem,
sara
p.s: não, nunca pensei nas consequências de ir
mas estou a sentir na pele as de ficar.
Comments
Post a Comment