Posts

Showing posts from July, 2019
everyone seams to be searching for their 'new me', and I am slowly rediscovering my old me. ~ no step further is going back
Ia para o café mais cool de londres, pelo menos dentro dos meus padrões desactualizados de londrina-que-nao-o-é-há-três-anos-mas-que-não-sente-o-tempo-passar, após várias dúvidas existências sobre o que ia pedir - hot chocolate with oat mylk, extra hot, red cold press, decaf latte, chá?, chá claramente que não- e quando lá chego está fechado. Então mudo o objectivo e aceito qualquer coisa, só para não lidar com a frustração. Entro no café menos cool, com direito a andaimes à porta, má música e sumo de laranja que sabe a laranjas podres em fim de época. Não era bem isto que esperava. Certamente não o planeado. Sempre a lixar o planeado, aquela pesada ilusão de que controlamos tudo até nos escapar pelas mãos. Não gosto daqui. Não gosto de estar aqui dentro. Da falta de pessoas cool, da falta de inspiração, da desadequação. Desadequação, a palavra que se coloca como questão. A mesma que me fez sair um dia de Portugal, a que me vez um dia sair daqui, de Londres. Aquela sensação de '...
one of the hardest things of being a grown up, is general life admin. another one is accepting you are a grown up. the remaining is poetry. pure poetry.
Writing my CV aka on how myself and my career are so great, is one of the hardest tasks in hands you can give me. So hard I constantly boycott myself, finding myself scrolling on SM, eating chocolate or doing general procrastination stuff. If only I was as professional writing my CV as I am boycotting myself and procrastinating. Should I add this skill? Let's keep it between the two of us, for now.
olha, merda, apaguei o teu comentário. desculpa, não só não te vejo como perdi os pontos para te responder. [sou mesmo cruel, não sou?] ora, vamos ponto a ponto às coisas que (ainda) me lembro. escrevo enquanto está fresco, não vá a vida meter-se no meio. como dizem os ingleses, first things first. muito obrigada por me leres, atentamente, tanto aqui como nesse tal casamento. tenho-me como uma pessoa educada e, se não sei quem és, talvez nunca te tenhas apresentado? talvez estivesses ocupado, talvez eu estivesse ocupada. muito provavelmente estava. hoje em dia não vou a muitos casamentos. ora, sabes, não gosto de anonimato, viro bicho do mato. se sabes quem sou, porque raio não dizes quem és? a vida é injusta, é isso? quem nos vê nós não vemos, quem nós vemos não nos quer ver. é a eterna leveza do ser. pois que, gostando tanto do Kurt como admiro a beleza da Mélanie, dou um bocadinho de margem para as (tuas) palavras. resposta sentida, escrita por linhas torta...
sentada num chão que não meu, algures em east london, dói-me o rabo e quero mais café mas tento ficar mais um bocado, pelo menos ate terminar esta ideia que me está a custar a digestão. a verdade é que parecia mentira. afinal, não só liam o que escrevia como comentavam (sim, tu, mais tarde escrevo-te, e prometo vestir o meu alter ego Melanie Laurent para não quebrar o romance platónico) todos os dias acontece algo parecido a isto todos os dias acordo e medito com café preto, sempre a mais e cedo demais. todos os dias tomo notas no meu caderno. a intenção, a carta da bruxa moderna que saiu, ideias tolas, sonhos, medos paranóias, coisas desta coisa de ser humano. e depois nada acontece, ou muito pouco se manifesta. (sobretudo a parte em que vou passar esses textos para aqui ou outro sitio digital onde ninguém vai ler) culpo a procrastinação, a sociedade da informação, as redes sociais e euzinha. culpo-me muito. todo o tempo e a toda a hora. e depois ponho-me de cas...
aquela sensação de que, por mais que faças, só fazes bosta. melhor não te mexeres e deixares a vida acontecer. melhor sim.
gostava de ser daquelas pessoas que sempre souberam o que queriam ser, ( escritora de viagens e poemas) amam tudo sem ver mais nada, casam-se para a vida com príncipes e princesas e têm filhos com caracóis loiros. mas não sou. nem gosto de caracóis.
Procuro trabalho a sério, porque trabalho que não paga só pode ser a brincar. ~ assim não pode ser