Tenho dias de grande confusão.
Dias em que acordo e não sei o que me apetece fazer.
Penso em mil ideias, em mil planos, mas tudo parece errado.
Talvez seja mesmo por isso.
Porque nem todas as ideias e planos são certos.
Não para certos dias, fases e momentos.
Quando isto acontece, sento-me.
Ultimamente sento-me todos os dias de manhã.
Eu e o meu café.
Medito com o meu café, um ritual matinal.
Faço, ou aqueço o café na minha cafeteira favorita, até o barulho da ebulição dizer-me que está na hora.
Depois vou para o quarto e sento-me.
Cheiro o café.
Dou golinhos pequenos no café.
Agarro a mini tacinha entre as mãos, qual ritual Japonês de chá.
Adoro manhãs.
Tenho dificuldades com a noite.
A noite para mim é complicada.
Tudo entre as 11 e as 6 da manhã é complicado.
Mas depois passa.
Quando estou eu e o meu café, tudo passa.
Menos a indecisão.
Então sento-me e espero.
Não faço nada, ou muito pouco.
E bebo mais uns golos.
Sempre mais uns golos.
Dias em que acordo e não sei o que me apetece fazer.
Penso em mil ideias, em mil planos, mas tudo parece errado.
Talvez seja mesmo por isso.
Porque nem todas as ideias e planos são certos.
Não para certos dias, fases e momentos.
Quando isto acontece, sento-me.
Ultimamente sento-me todos os dias de manhã.
Eu e o meu café.
Medito com o meu café, um ritual matinal.
Faço, ou aqueço o café na minha cafeteira favorita, até o barulho da ebulição dizer-me que está na hora.
Depois vou para o quarto e sento-me.
Cheiro o café.
Dou golinhos pequenos no café.
Agarro a mini tacinha entre as mãos, qual ritual Japonês de chá.
Adoro manhãs.
Tenho dificuldades com a noite.
A noite para mim é complicada.
Tudo entre as 11 e as 6 da manhã é complicado.
Mas depois passa.
Quando estou eu e o meu café, tudo passa.
Menos a indecisão.
Então sento-me e espero.
Não faço nada, ou muito pouco.
E bebo mais uns golos.
Sempre mais uns golos.
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